Galeria dos Presidentes

1º – José Silva Carvalho
(1833-1836), (1840-1844)
(1847-1856)
2º – Manuel Duarte Leitão
(1836-1840)
3º – José Joaquim
Gerardo Sampaio
(1844-1847), (1856-1864)
4º – Manoel António Vellez
Caldeira Castel-Branco
(1864-1868)
5º – Basilio Cabral
Teixeira de Queirós
(1868-1878)
6º – João Maria Alves de Sá
(1878-1890)
7º – António Emílio Correia
Sá Brandão
(1890-1909)
8º – José Pereira
(1909)
9º – Tomás Nunes de
Serra e Moura
(1909-1910)
10º – Augusto Carlos Cardoso
Pinto Osório
(1910-1912)
11º – Francisco José de Medeiros
(1912)
12º – Luís Fisher Berquó
Poças Falcão
(1912-1913)
13º – Abel Augusto
Correia de Pinho
(1913-1921)
14º – António Maria
Vieira Lisboa
(1921-1924)
15º – José Maria de
Sousa Andrade
(1929-1934)
16º – Eduardo Augusto
de Sousa Monteiro
(1929-1934)
17º – Américo Guilherme
Botelho de Sousa
(1934-1947)
18º – Afonso de Melo
Pinto Veloso
(1947-1948)
19º – José Joaquim Coimbra
(1948-1951)
20º – Miguel Homem de Azevedo
Queirós Sampaio e Melo
(1951-1954)
21º – António Cândido
da Cruz Alvura
(1954-1966)
22º – António Lopes
Vaz Pereira
(1963-1966)
23º – José Osório de Gama e
Castro Saraiva de Albuquerque
(1966-1974), (1974-1975)
24º – José Joaquim de
Almeida Borges
(1975-1978), (1978-1980)
25º – António Acácio
de Oliveira Carvalho
(1980-1983)
26º – Jacinto Fernandes
Rodrigues Bastos
(1983-1994)
27º – Octávio Dias Garcia
(1984-1987, (1987-1988)
28º – Augusto Vítor Coelho
(1988-1990)
29º – Abel Pereira Delgado
(1990-1992)
30º – José Alfredo Soares
Manso Preto
(1992-1993)
31º – Joaquim de Carvalho
(1993-1995)
32º – Pedro de Lemos
e Sousa Macedo
(1995-1998)
33º – Jaime Octávio
Cardona Ferreira
(1998-2001)
34º – Jorge Alberto
Aragão Seia
(2001-2004), (2004-2005)
35º – José Moura
Nunes da Cruz
(2005-2006)
36º – Luís António
Noronha Nascimento
(2006-2009), (2009-2013)
37º – António Silva
Henriques Gaspar
(2013-2018)

Obras de beneficiação do STJ

Em fevereiro de 2018, o Supremo Tribunal de Justiça deu início a um ambicioso projecto de beneficiação das suas instalações no Terreiro do Paço, em Lisboa. O edifício pombalino que desde 1833 acolhe o Supremo Tribunal estava, há muito, a dar sinais de desgaste, ao nível da própria estrutura.
Por outro lado, a necessidade de ir ao encontro dos novos desafios que se colocam à mais Alta Instância Judicial do país, abriu a porta à possibilidade de uma reordenação interna adaptando o edifício histórico às exigências da modernidade, em vista a poder acolher o cidadão que a ele recorre cada vez com mais eficiência e qualidade.
A intervenção em curso é, portanto, profunda e bem visível aos olhos de quem passa por uma das mais emblemáticas praças da capital portuguesa. A obra foi preparada no decurso do mandato do Presidente António Henriques Gaspar e prevê-se que esteja concluída em 2020.
Até lá, os serviços do Supremo Tribunal de Justiça ficarão instalados, provisoriamente, no antigo Convento de São Patrício, situado nas Escadinhas de São Crispim.

Passado
Presente